Imagem Mundo Escola, Número 1 , Editora Positivo, Abril/2009. Página 34.
Todos temos que ter um
objetivo, uma motivação para seguirmos adiante e alcançar nossas metas. Em
nossas aprendizagens, também precisamos ter objetivos que queremos alcançar.
Nossa postura ativa e investigativa diante de questões de estudo é que será
determinante em nosso desenvolvimento.
Ao longo deste curso, muitos
foram os desafios que precisamos superar, mas sem dúvida a construção de novos
conhecimentos foi o mais instigante. Encontrar a motivação necessária para
seguirmos em nossa caminhada não foi uma tarefa fácil. Foi necessária uma
introspecção em nossas teorias e nossas alicerces educacionais para identificar,
em nós, o que nos desafiava e nos impulsionava a seguir em frente.
Para que a formação docente
tenha uma essência motivacional, precisamos ser desafiados a refletir para que
desta forma possamos encontrar o melhor caminho que nos leve a aprendizagens
lúdicas e significativas. Segundo Candau (2003, p.66):
Uma
prática repetitiva, mecânica, não favorece esse processo. Para que ele se dê é
importante que essa prática seja uma prática reflexiva, uma prática capaz de
identificar os problemas, de resolvê-los, e – as pesquisas são cada vez mais
confluentes – que seja uma prática coletiva, uma prática construída
conjuntamente por grupos de professores ou por todo o corpo docente de uma
determinada instituição escolar. (CANDAU, 2003, p..66).
Então, a motivação vem de
métodos inovadores, que valorizam o conhecimento de cada um onde, a partir
destas relações, o Professor possa levar para dentro da escola, estratégias e
soluções que o motivem e a seus alunos fazendo com que a rede de aprendizagem e
motivação ultrapasse os ensinamentos que obteve na Universidade.
REFERÊNCIAS:
CANDAU, Vera Maria. Formação
continuada de professores: tendências atuais. In. Magistério: construção
cotidiana. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
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