domingo, 24 de março de 2019

Imagem Mundo Escola, Número 1 , Editora Positivo, Abril/2009. Página 34.


Todos temos que ter um objetivo, uma motivação para seguirmos adiante e alcançar nossas metas. Em nossas aprendizagens, também precisamos ter objetivos que queremos alcançar. Nossa postura ativa e investigativa diante de questões de estudo é que será determinante em nosso desenvolvimento.

Ao longo deste curso, muitos foram os desafios que precisamos superar, mas sem dúvida a construção de novos conhecimentos foi o mais instigante. Encontrar a motivação necessária para seguirmos em nossa caminhada não foi uma tarefa fácil. Foi necessária uma introspecção em nossas teorias e nossas alicerces educacionais para identificar, em nós, o que nos desafiava e nos impulsionava a seguir em frente.

Para que a formação docente tenha uma essência motivacional, precisamos ser desafiados a refletir para que desta forma possamos encontrar o melhor caminho que nos leve a aprendizagens lúdicas e significativas. Segundo Candau (2003, p.66):

Uma prática repetitiva, mecânica, não favorece esse processo. Para que ele se dê é importante que essa prática seja uma prática reflexiva, uma prática capaz de identificar os problemas, de resolvê-los, e – as pesquisas são cada vez mais confluentes – que seja uma prática coletiva, uma prática construída conjuntamente por grupos de professores ou por todo o corpo docente de uma determinada instituição escolar. (CANDAU, 2003, p..66).

Então, a motivação vem de métodos inovadores, que valorizam o conhecimento de cada um onde, a partir destas relações, o Professor possa levar para dentro da escola, estratégias e soluções que o motivem e a seus alunos fazendo com que a rede de aprendizagem e motivação ultrapasse os ensinamentos que obteve na Universidade.

REFERÊNCIAS:

CANDAU, Vera Maria. Formação continuada de professores: tendências atuais. In. Magistério: construção cotidiana. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.


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