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sábado, 9 de julho de 2016


Literatura Infantil:
 um universo de ideias

A literatura infantil é um mundo artístico que enriquece e amplia horizontes no universo de ideias do pequeno leitor. Neste contexto, o exercício da leitura não é passivo. A criança, ao ler, relaciona fatos e vivências, dando sentido às interpretações. Transita, então, no campo da expressão humana sobre a sociedade em que vive e se posiciona em seu meio social.

Aprender a ler e utilizar-se da literatura como veículo de informação e lazer promove a formação de um indivíduo mais capaz de argumentar, de interagir com o mundo que o rodeia e tornar-se agente de modificações na sociedade em que vive. (GREGORIN FILHO, 2009, p. 51)


Assim, cada vez mais a produção literária para as crianças vem buscando superar a necessidade de ser usada apenas como recurso pedagógico. Também pode funcionar como lúdico e como libertador, pois a criança pode reelaborar seus sentimentos e emoções, como no caso dos “Contos de Fadas” ou refletir sobre suas ações, como no caso das fábulas.
Claro que toda leitura necessita de envolvimento. Desta forma, é preciso que as ofertas sejam diversificadas e adequadas para as concepções atuais de educação. Portanto, os educadores devem estar atentos para aproveitar obras motivadoras e voltadas para o desenvolvimento da imaginação da criança, proporcionando a formação de indivíduos mais adaptados a viver em sociedade.


REFERÊNCIAS:

GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura infantil: múltiplas linguagens na formação de leitores. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2009, p. 51.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Literatura na Escola

Hoje existe uma carência cultural nos estudantes. Eles não leem mais, ou leem qualquer coisa, muitas vezes não sabendo o que ler ou o que devem ler. Cabe à escola desenvolver a habilidade no aluno de ler e entender o que está escrito, pois a vivência literária pode incentivar o hábito de ler literatura como uma experiência de prazer a que todos temos direito.

A prática da leitura está diretamente ligada à instrução, e a escola como primeira instância a desenvolver esta instrução através da alfabetização, tem papel principal no incentivo da prática da leitura literária, que proporcionará ao aluno, experiências estéticas, lúdicas e reflexivas.

A formação do leitor depende ainda de sua vivência de mundo e estudo prévio, que juntamente com o ensinar e aprender oferecido pela escola, culminarão na ampliação do repertório do aluno, desenvolvendo com o livro uma relação de identificação e troca. Nas palavras de Gregorin Filho (2009):

“No mundo contemporâneo, permeado de tecnologias e relações virtuais com a sociedade, é importante que a criança possa conhecer as relações de afeto com o objeto livro e, além dessas, com os textos que ele veicula.”(GREGORIN FILHO, 2009, P.52)

Sendo assim, o aluno precisa desenvolver com o livro, construções positivas, valorizando seu conteúdo. Aquele sentimento de estranheza com relação ao livro precisa ser desconstruído, oferecendo acesso em qualquer hora e em qualquer lugar. Dar ao aluno a oportunidade de tocar, folhear, e reconhecer no livro algo que desperte sua curiosidade. Portanto, a leitura é um veículo não só informações, mas de um universo de significados construídos a partir da identidade de cada um.


REFERÊNCIAS:


GREGORIN FILHO, José Nicolau.Literatura Infantil: múltiplas linguagens na formação de leitores. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2009

sábado, 16 de abril de 2016

LIVRO - O CAMINHO DAS DESCOBERTAS

         O livro é um instrumento de transformação. Quando um professor escolhe um livro para trabalhar com seu aluno precisa ter a consciência da importância que este livro possa ter na sua realidade social.
                A literatura traz infinitas possibilidades no planejamento das atividades de aula, incluindo a discussão de temas relevantes que promovem o crescimento do aluno, desencadeando uma mudança na sua realidade.

                Para que o livro traga significado, o professor precisa ter sensibilidade em suas escolhas, oferecendo títulos que abordem elementos relacionados com a identidade daquele grupo, daquela comunidade. Neste tema, Gregorin  Filho (2009) fala:

“O mais importante é que, antes de o adulto, professor ou não, dirigir-se à criança com receitas prontas sobre o que ler,[...], ele tenha a sensibilidade para perceber o que ele deseja ler e ver, saiba ouvir o que a criança pensa sobre aquele livro que lhe foi oferecido.” (GREGORIN FILHO, 2009,p.99)

              Desta forma, o professor precisa ser o mediador na construção de alunos leitores, não impondo sua vontade e evitando influenciar na interpretação de seu aluno. Portanto, o professor necessita conduzir o aluno  na caminhada das experiências proporcionadas pela leitura de um bom livro, estimulando o olhar da criança para que ela estabeleça suas relações, construa seus valores e possa expressar suas descobertas.

REFERÊNCIAS:

GREGORIN FILHO, José Nicolau.Literatura Infantil: múltiplas linguagens na formação de leitores. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2009.